Estar participando do curso de capacitação em educação dos direitos humanos proprociona uma agradável sensação diferente, de bem-estar, de conforto e de desconforto também. Agradável, porque conhecer este amplo universo dos DH dá a sensação de estar sendo útil ao mundo e ao planeta social. De desconforto, porque dá para perceber o quanto somos pequenos e inúteis. Só para ilustrar as estranhas sensações por que passo neste curso.
Bem, para refletir sobre a aula do caderno de notas do dia 20/11/2010, um dia antes do meu aniversário de 53 anos, um sábado chuvoso mas muito aconchegante.
Nesta aula há uma participante que anda chamando minha atenção pela sua capacidade de síntese e raciocínio. Como é bom conhecer gente! O assunto era sobre os jovens e sua convivência social. Ela comenta que: "Há um contraponto na vida do jovem que torna difícil o processo de mudança: o preconceito racial". Bingo, na mosca!
Concordo absolutamente que o que incomoda e atrapalha é o preconceito. O preconceito contra etnias. Raça já não é mais a palavra adequada e os estudiosos dos DH sugerem evitá-la. É bem provável que os problemas gerados pelo preconceito contra etnias sejam o corpo dos grandes conflitos sociais hoje e sempre, neste planeta. A bíblia já narra esta face imperfeita dos seres humanos.
Mas, voltando à aula, neste dia também conhecemos a história do livro "Flor do Quilombo", e conhecemos videos e hitórias como em "Educação Intercultural","Furnas do Dionísio","Letra Livre", entre outros, para ilustrar o tema identidade. Vou comentar cada um aqui com vocês.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Sua opinião é muito importante.