Este blog continua com o foco nos assuntos relacionados aos direitos humanos.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
EM DIA COM OS DIREITOS HUMANOS: Entrando ...
EM DIA COM OS DIREITOS HUMANOS: Entrando ...: Estava, há muito tempo, querendo voltar aqui para escrever. Mas também tenho outros blogs, compromissos e aulas que precisam mais da minha a...
Entrando ...
Estava, há muito tempo, querendo voltar aqui para escrever. Mas também tenho outros blogs, compromissos e aulas que precisam mais da minha atenção. E o tempo vai ficando curto ... mas bem aproveitado. Ano chegando no final, tempo vai ficando mais gordo e posso até vir aqui. Mas, ultimamente, gosto de dormir e, não ando trocando minhas noites de sono por nada neste mundo. Energias e baterias repostas, saí para uma corrida esta manhã. Temperatura e umidade do ar perfeitos. Tudo perfeito. Rolou até uma água de côco. Fiz fotos, se der eu publico. Mas, estou quase voltando ... os assuntos são muitos ... felizmente o assunto Direitos Humanos está-se fazendo valer e há muitas conquistas para divulgar, repassar e conversar. Até breve!
domingo, 10 de junho de 2012
Acorda Brasil!!
Trata-se de um vídeo a ser apresentado na Rio + 20 e vc não pode ficar por fora!! Sinta-se culpado tb!!
http://www.youtube.com/watch?v=FU2O9RNNTx8
http://www.youtube.com/watch?v=FU2O9RNNTx8
domingo, 8 de abril de 2012
The Young deserve attention
http://ajindo.blogspot.com.br/
Neste blog, podemos ver um pouco da ação dos jovens indígenas em Dourados, MS.
...
In this weblog, we can see a little about the young native people in Dourados, MS.
Neste blog, podemos ver um pouco da ação dos jovens indígenas em Dourados, MS.
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In this weblog, we can see a little about the young native people in Dourados, MS.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
O QUE FAZ A DIFERENÇA
No próximo mês de Julho, ocorrerá o centenário da Evangelização Indígena no Brasil. Para conhecer mais sobre o assunto visite o site do CONPLEI- Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas. E como a causa dos indígenas é uma pauta muito interessante para este blog que divulga os direitos humanos e porque o espírito desta jornalista não sossega sem trabalho, divulgar esta causa me proporciona entrar em um novo mundo: Evangélicos e indígenas. Ou seja, prá lá de transcultural.
Espero que gostem e que digam sim à causa, podem comentar e apoiar, quem sabe não será vc um voluntário amanhã ?
Vocês sabiam que 182 etnias indígenas brasileiras recebem a atenção dos evangélicos? E que ainda há 121 etnias não evangelizadas? E mais: que há 111 grupos indígenas em complexo processo de urbanização? Sim, os povos indígenas existem e não são transparentes como parece para a grande mídia, e consequentemente, para a imensa maioria da população brasileira. Por estes números e por se tratar de assunto urgente no campo dos direitos humanos, o blog foi até uma igreja de evangelização indígena em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, onde o trabalho primoroso dos fiéis mostra o que também podemos fazer pelos povos que estão em situação de vulnerabilidade.
Para a entrevista de hoje fui conversar com a missionária Esmérita Poquiviqui, que há 6 anos atua em uma frente evangélica na Chapada dos Guimarães, no estado vizinho de Mato Grosso, mais precisamente no centro de treinamento AMI .
Blog: Como tudo começou, Esmérita?
Esmérita: A oportunidade de evangelizar no centro de treinamento da AMI surgiu para ficar um ano, e com a experiência do trabalho na igreja, iniciei a missão com fé, apenas a fé, pois ainda precisamos muito da ajuda de campanhas locais de arrecadação, de materiais, de voluntários, de missionários, de professores.
Blog: Qual a principal dificuldade no seu trabalho?
Esmérita: Um dos maiores desafios é ensinar o novo idioma, a língua portuguesa. Para alfabetizar é preciso material didático porém com o encontro de etnias, que nem conhecem o idioma uns dos outros, torna a evangelização um desafio ainda maior. Então, eu mesma faço o material para as aulas. E com as crianças é mais oral, e assim elas aprendem o passo-a-passo.
Blog: Além de aprender o idioma português o que mais os indígenas aprendem?
Esmérita: Eles aprendem a divulgar a bíblia na sua etnia e retornam para a sua aldeia, mas podem voltar para continuar a estudar, para transformarem-se em professores ou líderes, e também agentes de saúde. Também há os cursos de marcenaria, mecânico, aprendem a cozinhar e a fazer pães, a lavar roupas, a cuidarem de si.
Blog: De que forma o estado ou o município ajudam?
Esmérita: Não, não há esta ajuda mas foram convidados para o evento dos cem anos de evangelização. Temos a ajuda de igrejas como a Presbiteriana através da Agência Presbiteriana de Missões Transculturais http://www.ipb.org.br/portal/apmt, por exemplo.
Blog: Quantos alunos o centro atende? E em que o novo idioma, a língua portuguesa, modifica a vida deles?
Esmérita: Há de 80 a 90 alunos de 20 etnias diferentes entre os cursos específicos, e a língua portuguesa acaba criando um vínculo entre eles. Com o apoio de tradutores, muitas vezes tornam-se líderes. Então quando voltam à aldeia o impacto é positivo.
Blog: Com a evangelização, os indígenas mudam sua cultura também?
Esmérita: O poder transformador da igreja e da bíblia, a princípio, muda a atitude, quando realmente decide ser uma nova pessoa. O evangelho não muda a cultura indígena, muda os pensamentos, as coisas erradas ... como por exemplo, há culturas que não aceitam o nascimento de uma criança com necessidades especiais, então tem que mudar. A bebida é outro inimigo que a evangelização ajuda a enfrentar. As crianças passam a entender sinais como o alarme que avisa sobre incêndios pois estão na mata, nas reservas, e precisam ser protegidos. Aqui eles aprendem os sinais e nas suas aldeias desenvolvem as ferramentas com seus recursos: aqui usamos o sino e lá eles usam suas flautas artesanais.
O blog agradece a entrevista concedida pela missionária Esmérita Poquiviqui que já se desloca para sua missão, e divulga a seguir algumas fotos dos missionários em ação e o trabalho dos líderes indígenas que merecem todo nosso respeito e apoio. Com estas imagens a gente acredita em um Brasil mais humano, mais digno e mais verdadeiro.
Espero que gostem e que digam sim à causa, podem comentar e apoiar, quem sabe não será vc um voluntário amanhã ?
Vocês sabiam que 182 etnias indígenas brasileiras recebem a atenção dos evangélicos? E que ainda há 121 etnias não evangelizadas? E mais: que há 111 grupos indígenas em complexo processo de urbanização? Sim, os povos indígenas existem e não são transparentes como parece para a grande mídia, e consequentemente, para a imensa maioria da população brasileira. Por estes números e por se tratar de assunto urgente no campo dos direitos humanos, o blog foi até uma igreja de evangelização indígena em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, onde o trabalho primoroso dos fiéis mostra o que também podemos fazer pelos povos que estão em situação de vulnerabilidade.
Para a entrevista de hoje fui conversar com a missionária Esmérita Poquiviqui, que há 6 anos atua em uma frente evangélica na Chapada dos Guimarães, no estado vizinho de Mato Grosso, mais precisamente no centro de treinamento AMI .
Blog: Como tudo começou, Esmérita?
Esmérita: A oportunidade de evangelizar no centro de treinamento da AMI surgiu para ficar um ano, e com a experiência do trabalho na igreja, iniciei a missão com fé, apenas a fé, pois ainda precisamos muito da ajuda de campanhas locais de arrecadação, de materiais, de voluntários, de missionários, de professores.
Blog: Qual a principal dificuldade no seu trabalho?
Esmérita: Um dos maiores desafios é ensinar o novo idioma, a língua portuguesa. Para alfabetizar é preciso material didático porém com o encontro de etnias, que nem conhecem o idioma uns dos outros, torna a evangelização um desafio ainda maior. Então, eu mesma faço o material para as aulas. E com as crianças é mais oral, e assim elas aprendem o passo-a-passo.
Blog: Além de aprender o idioma português o que mais os indígenas aprendem?
Esmérita: Eles aprendem a divulgar a bíblia na sua etnia e retornam para a sua aldeia, mas podem voltar para continuar a estudar, para transformarem-se em professores ou líderes, e também agentes de saúde. Também há os cursos de marcenaria, mecânico, aprendem a cozinhar e a fazer pães, a lavar roupas, a cuidarem de si.
Blog: De que forma o estado ou o município ajudam?
Esmérita: Não, não há esta ajuda mas foram convidados para o evento dos cem anos de evangelização. Temos a ajuda de igrejas como a Presbiteriana através da Agência Presbiteriana de Missões Transculturais http://www.ipb.org.br/portal/apmt, por exemplo.
Blog: Quantos alunos o centro atende? E em que o novo idioma, a língua portuguesa, modifica a vida deles?
Esmérita: Há de 80 a 90 alunos de 20 etnias diferentes entre os cursos específicos, e a língua portuguesa acaba criando um vínculo entre eles. Com o apoio de tradutores, muitas vezes tornam-se líderes. Então quando voltam à aldeia o impacto é positivo.
Blog: Com a evangelização, os indígenas mudam sua cultura também?
Esmérita: O poder transformador da igreja e da bíblia, a princípio, muda a atitude, quando realmente decide ser uma nova pessoa. O evangelho não muda a cultura indígena, muda os pensamentos, as coisas erradas ... como por exemplo, há culturas que não aceitam o nascimento de uma criança com necessidades especiais, então tem que mudar. A bebida é outro inimigo que a evangelização ajuda a enfrentar. As crianças passam a entender sinais como o alarme que avisa sobre incêndios pois estão na mata, nas reservas, e precisam ser protegidos. Aqui eles aprendem os sinais e nas suas aldeias desenvolvem as ferramentas com seus recursos: aqui usamos o sino e lá eles usam suas flautas artesanais.
O blog agradece a entrevista concedida pela missionária Esmérita Poquiviqui que já se desloca para sua missão, e divulga a seguir algumas fotos dos missionários em ação e o trabalho dos líderes indígenas que merecem todo nosso respeito e apoio. Com estas imagens a gente acredita em um Brasil mais humano, mais digno e mais verdadeiro.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Os DH na pauta
Como tinha avisado nossa professora no início de janeiro/2011: "DH vai ser o must", e a hora chegou. A ideia de direitos humanos tem se proliferado. E isto é muito bom. Na secretaria da Presidência da República já existe um setor só para tratar do assunto.

Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República
04/07/2011 às 18h54
Maria do Rosário Nunes
Maria do Rosário Nunes
Maria do Rosário Nunes é a ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Como deputada, ela foi vice-presidente das Comissões de Direitos Humanos e Minorias, e Educação e Cultura.
Maria do Rosário iniciou sua militância no movimento estudantil secundarista e no Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul - CPERS/Sindicato. Professora da rede pública, a pedagoga formada e com mestrado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) é especialista em estudos sobre violência doméstica pelo Laboratório de Estudos da Criança da Universidade de São Paulo (Lacri/USP).
Maria do Rosário foi vereadora de Porto Alegre por dois mandatos (1993-1999), tendo presidido as comissões de Educação e de Direitos Humanos. Como deputada estadual (1999-2003), ela foi presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos e vice-presidente da Assembleia Legislativa gaúcha por dois anos.
Em 2002, foi eleita deputada federal, sendo reeleita em 2006, sempre com expressivas votações. No Congresso Nacional, foi relatora da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investigou as redes de exploração sexual de crianças e adolescentes. Representou a Câmara na Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos durante a Ditadura Militar e foi presidente da Comissão Especial da Lei Nacional da Adoção. Desde 2003, coordena a Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente. Em 2009, presidiu a Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal, tendo se destacado, entre tantos temas, por coordenar uma série de debates em todo o Brasil sobre o novo Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020).
Acesse o site da Secretaria de Direitos Humanos - http://www.sedh.gov.br/
Crédito da imagem: Divulgação/Ascom SDH-PR
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